Ser uma mina nerd cientista

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Foto modificada: https://www.flickr.com/photos/ betsyweber/6178899321/in/photostream/

Caminhar na estrada dos tijolinhos dourados para ser cientista não é fácil, principalmente se você é mulher. Claro que o cenário para as mulheres mudou bastante, mas ainda somos a minoria. Ciência nos ensina a entender a nossa volta e também nos encaminhar para mundo melhor.

Seguir a ciência como carreira tem que ser persistente porque é um caminho longo: graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado (opcional).

Além disso, você tem saber viver com um salário razoável e trabalhar fora do horário de expediente sem ganhar extra. Não é aquele tipo de vida que você chega em casa e desconecta por completo. É uma carreira ultra competitiva, pois poucos de nós irão encontrar um emprego na universidade, ou em instituto de pesquisa ou ainda na indústria. Então o jeito é se destacar dos outros. Esqueça da fase do colégio que você era discriminada pelo fato de ser cdf, na ciência todos são nerds!!! Sabemos dançar, gostamos de ir a shows, bares, amamos, transamos, viajamos e temos famílias.

A coluna batizada Império mitocondrial enaltece a mitocôndria, organela que gera energia, determina a vida e morte celular, tem seu próprio DNA e provém de nossa linhagem materna. A idéia é balancear o cenário patriarcal da ciência com nossa voz e descobertas. A cada semana, você encontrará depoimentos de mulheres cientistas, notícias no mundo da ciência, journal club de artigos científicos e muitas dicas para auxiliar todas vocês nerds que estão fazendo ciência e aquelas que pensam em seguir essa carreira. Agradeço muito aquelas que mergulharam na ciência e vocês que estão nesse oceano.

Queridas, sintam-se convidadas a mandar suas sugestões. Leia mais em Minas na ciência.


Os artigos aqui publicados são de total responsabilidade de suas autoras e editoras.

Isabelle Tancioni

Sou veterinária, cientista, hipster, Tiki, nerd, geek. Gosto de comics, música, cartoons, animais, plantas.